sábado, 6 de agosto de 2011

Disciplina: HC782 - POLÍTICA BRASILEIRA - 2011 05 Agosto, 2011 programa de curso: política brasileira (mestrado em ciência política) - ufpr

artigo recomendado

MIGUEL, Luis Felipe. Accountability em listas abertas. Rev. Sociol. Polit. [online]. 2010, vol.18, n.37, pp. 183-200.

O artigo discute criticamente a percepção, corrente em estudos sobre o sistema eleitoral brasileiro, de que a representação proporcional com listas abertas é um obstáculo à efetivação da accountability. O foco nas deficiências do sistema eleitoral, por outro lado, leva a ofuscar outros aspectos mais importantes para o aprimoramento da representação, relacionados à democratização da informação e ao fortalecimento da sociedade civil. _______________________________________________________________________________________________________

05 Agosto, 2011

programa de curso: política brasileira (mestrado em ciência política) - ufpr

[Sem título, 1970. 
Santiago, Chile. 
Geraldo Guimarães.
Pirelli/MASP]

Disciplina: HC782 - POLÍTICA BRASILEIRA - 2011
Professor: Adriano Codato
QUINTAS-FEIRAS, 14Hs00min - 17h30min - campus Reitoria - UFPR 


E M E N T A
A relação Estado-Sociedade no Brasil republicano. A dinâmica das instituições políticas brasileiras e suas conexões com as estruturas/processos sociais. Modalidades de participação política e de representação de interesses. Sindicatos; partidos políticos; eleições. Regimes políticos no Brasil republicano. A cena política democrática. A cena política ditatorial. Processos de transição política.
O B J E T I V O S
O objetivo do curso é examinar a história política recente do Brasil, ressaltando, no contexto do regime ditatorial implantado após 1964, o processo de reestruturação do aparelho do Estado e a reconfiguração da cena política. Considerando as profundas mudanças operadas na estrutura econômica e nas relações de força entre as diferentes classes e grupos (políticos e ideológicos), o curso terá também como alvo privilegiado a dinâmica social, enfatizando as sucessivas crises de uma dada estrutura de poder até seu desaparecimento negociado, bem como as dificuldades para a constituição de uma nova ordem política de 1985 em diante.
O curso está organizado com base em aulas expositivas, seminários e comentários de textos. Esses seminários serão apresentados por dois alunos e serão destacados mais dois alunos como debatedores. Todos os demais devem enviar, ANTES DO SEMINÁRIO, questões e comentários sobre os textos indicados no programa por e-mail para a lista de discussão do curso xxxxxxxxx@googlegroups.com (a ser criada). Todos os dois apresentadores e os dois debatedores deverão entregar após o seminário um relatório sobre a atividade. Ao final do curso o estudante deverá elaborar um ensaio sobre tema livre, a partir dos assuntos tratados no curso. Para a avaliação será levada em conta a participação efetiva em sala, os comentários e um ensaio final a respeito de um dos itens do programa, a ser discutido com o professor.
OBS.: A (imensa) bibliografia complementar será referida em aula, a cada sessão.

Aula 1.
18 ago. Apresentação do curso: análises clássicas da política ditatorial no Brasil
  • ZAVERUCHA, Jorge e TEIXEIRA, Helder. A literatura sobre relações civis-militares no Brasil (1964-2002): uma síntese. BIB – Revista Brasileira de Informação Bibliográfica em Ciências Sociais, 55, 1º semestre de 2003, pp. 59-72.
  • STEPAN, Alfred. Os militares na política. Rio de Janeiro: Artenova, 1975.
  • QUARTIM DE MORAES, João. Alfred Stepan e o mito do poder moderador. In _____. Liberalismo e ditadura no Cone Sul. Campinas: UNICAMP, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, 2001. pp. 57-109.
Referência geral:
1.  MARTINS, Luciano. A dinâmica e o legado de 64. Folha de S. Paulo, 31 mar. 1994, p. 1-3.

Documentos históricos:
1. Entrevista de João Goulart à TV. Montevidéu, set. 1961 (vídeo).
2. Cronologia dos eventos políticos: 1961-1985. Banco de Dados Folha. 40 anos do Golpe (1964-2004).

I UNIDADE: O GOLPE, OS PRIMEIROS ANOS DE CONSTITUIÇÃO DO REGIME

Aula 2.
25 ago. O golpe de 1964 em perspectiva: o que já sabemos (e o que ainda falta saber)

Texto obrigatório:
Seminários:
  • GORENDER, Jacob. Era o golpe de 64 era inevitável? In TOLEDO, Caio Navarro de (org.). 1964: visões críticas do golpe. Campinas: Editora da UNICAMP, 1997. pp. 109-116. (seminário 1)
  • MOTTA, Rodrigo Patto Sá. O anticomunismo militar. In MARTINS FILHO, João Roberto (org.). O golpe de 1964 e o regime militar: novas perspectivas. São Carlos: EDUFSCAR, 2006, pp. 9-26. (seminário 2)
Referências complementares:
  • QUARTIM DE MORAES, João. As causas políticas da vitória dos golpistas. Vermelho. 5 abr. 2004
  • SANTOS, Wanderley Guilherme dos. O cálculo do conflito: estabilidade e crise na política brasileira. Belo Horizonte, Rio de Janeiro: Ed. UFMG, Iuperj, 2003.
Documentos históricos:
1.        João Goulart. Comício da Central do Brasil. 13 mar. 1964 (áudio).
2.        30 anos depois. Editorial do jornal O Estado de S. Paulo, 31 mar. 1994.
3.        Basta! Editorial do jornal Correio da Manhã, 31 mar. 1964.
4.        Fora! Editorial do jornal Correio da Manhã, 1 abr. 1964.

Aula 3.
1 set. O golpe de 1964 e o regime de 1968: "ou a Revolução continua ou a Revolução se desagrega"

Texto obrigatório:
Seminário:
Referências complementares:
Documentos históricos:
1. áudio da sessão do Conselho de Segurança Nacional que definiu os termos do AI-5 (13 dez. 1968)
2. discurso de Márcio Moreira Alves (MDB-GB) na Câmara dos Deputados (3 set. 1968) (reconstituição histórica)
3. Passeata dos Cem Mil. Rio de Janeiro (26 jun. 1968). 
4. Passeata dos Cem Mil. Depoimento. Ferreira Gullar.
6. Castello Branco. Ato de assinatura do AI-2 (27 out. 1965)

II UNIDADE: AS TRANSFORMAÇÕES DO APARELHO DO ESTADO

Aula 4.
8 set. A natureza militar do regime brasileiro: autoritarismo burocrático ou ditadura militar?

Texto obrigatório:
  • MARTINS Filho, João Roberto. O palácio e a caserna: a dinâmica militar das crises políticas na ditadura (1964-1969). São Carlos (SP): Editora da UFSCar, 1995, caps. 3, 4 e 5, pp. 69-155. (comentário 3)
Seminários:
  • FICO, Carlos. “Prezada Censura”: cartas ao regime militar. Topoi, Rio de Janeiro, v. 5, pp. 251-286, 2002. (seminário 4)
  • OLIVEIRA, Eliézer Rizzo. Conflitos militares e decisões políticas sob a presidência do General Geisel (1974-1979). In ROUQUIÉ, Alain et al. (coords.). Os partidos militares no Brasil. Rio de Janeiro: Record, s.d., pp. 114-153. (seminário 5)
Referências complementares:
Documentos históricos:
1. Cálice. Chico Buarque e Gilberto Gil. 1973. Clip com imagens de época. Autor: Aramuni (vídeo).
2. Nas páginas do Estadão, a luta contra a censura. Dezenas de páginas do jornal que foram vetadas pelos censores durante o regime militar, e nunca vieram a público.
3. Posse do General Emílio Garrastazu Médici na presidência da República em 30 out. 1969. Arquivo Nacional (vídeo).
4. Brasil: um país que vai pra frente. Vídeo de propaganda da ditadura militar (início dos anos 1970).
5. Pra Frente Brasil. Os Incríveis. 1970 (letra e música).
6. Eu te amo meu Brasil. Dom e Ravel. Os Incríveis. 1970 (letra e música).
7. "Povo desenvolvido é povo limpo". Campanha da ditadura militar sobre limpeza pública com "Sugismundo". Criação de Ruy Perotti Barbosa. 1971-1972 (vídeo).
8. "Hoje é um Novo Dia de um Novo Tempo". Terceiro filme da série de quatro que a TV Globo preparou em 1976 para a campanha de lançamento do jingle, de autoria de Nelson Motta, Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle.

Aula 5.
15 set. A natureza burocrática da ditadura brasileira: racionalidade autoritária ou politização da gestão?

Seminário:
  • MARTINS, Luciano. Estado capitalista e burocracia no Brasil pós-64. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1985, Cap. II: O Estado em expansão, pp. 41-82. (seminário 6)
Referências complementares:
  • DINIZ, Eli e BOSCHI, Renato Raul. Burocracia, clientelismo e oligopólio: o Conselho Interministerial de Preços. In LIMA Jr., Olavo Brasil de; e ABRANCHES, Sérgio Henrique (coords.). As origens da crise: Estado autoritário e planejamento no Brasil. São Paulo: Vértice, 1987, pp. 57-101.
  • KLEIN, Lúcia. Inside the Corridors of Power. Industrial Policy Implementation in Brazil, 1974/1979. Ph.D. Dissertation (Political Science). Essex: University of Essex, 1985. 
  • SANTOS, Maria Helena de Castro. Fragmentação e informalismo na tomada de decisão: o caso da política de álcool combustível no Brasil autoritário pós-64. Dados, Rio de Janeiro, vol. 30, n. 1, pp. 73-94, 1987.
Documentos históricos:
1. Entrevista de Delfim Netto à TV TUPI. 1968 (vídeo).
2. Entrevista de Delfim Netto no CTA em São José dos Campos (SP). 1969 (vídeo).
3. O Brasil por Delfim. TV Câmara. 2001. (vídeo 1) (vídeo 2) (vídeo 3) (vídeo 4).
4. Entrevista do General Leônidas Pires Gonçalves. Min. do Exército do governo Sarney (1985-1990). (vídeo. TV Globo). 
5. Cidadão Boilesen (Brasil/2009, 92 min.) - Documentário. Direção de Chaim Litewski. (vídeo/trailer).

Aula 6.
22 set. Estado, política e planejamento econômico: a razão tecnocrática em questão

Texto obrigatório:
  • CAMPOS, Roberto de Oliveira. A experiência brasileira de planejamento. In: SIMONSEN, Mário Henrique & CAMPOS, Roberto de Oliveira. A nova economia brasileira. Rio de Janeiro: Livraria José Olympio, 1974, pp. 47-78. (comentário 4)
Seminário:
  • LAFER, Celso. O sistema político brasileiro: estrutura e processo. São Paulo: Perspectiva, 1975. pp. 71-128. (seminário 7)
Referências complementares:
  • MONTEIRO, Jorge Vianna e CUNHA, Luiz Roberto Azevedo. A organização do planejamento econômico: o caso brasileiro. Pesquisa e Planejamento Econômico, Rio de Janeiro, v. 3, n. 4, pp. 1045-1064, dez. 1973. 
  • CRUZ, Sebastião C. Velasco e. Interesses de classe e organização estatal: o caso do Consplan. Dados, Rio de Janeiro, v. 18, 1978. 
  • VIANNA, Maria Lúcia Teixeira Werneck. A administração do "milagre": o Conselho Monetário Nacional – 1964/1974. Petrópolis: Vozes, 1987.
Documento histórico:
1. CASTRO, Celso; e D'ARAÚJO, Maria Celina (orgs.). Tempos modernos: João Paulo dos Reis Velloso, memórias do desenvolvimento. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 2004. (texto parcialmente aqui)

Aula 7.
29 set. Estado, desenho institucional e processo decisório: a geografia dos interesses sociais

Texto obrigatório:
  • CARDOSO, Fernando Henrique. Autoritarismo e democratização. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1975, Caps. V, VI e VII. (comentário 5)
Seminário:
  • MARTINS, Carlos Estevam. Capitalismo de Estado e modelo político no Brasil. Rio de Janeiro, Graal, 1977, caps. 5, 6, 7 e 8. pp. 247-359. (seminário 8)
Referências complementares:
  • ANDRADE Régis Stephan de Castro e; JACCOUD, Luciana (orgs.). Estrutura e organização do Poder Executivo. Brasília: Centro de Documentação, Informação e Difusão Graciliano Ramos, ENAP, 1993, 2 vols.
  • CODATO, Adriano Nervo. Sistema estatal e política econômica no Brasil pós-64. São Paulo: Hucitec/ANPOCS/Ed. da UFPR, 1997.
Aula 8.
6 out. A política econômica e o papel das Forças Armada: definição, supervisão ou delegação?

Texto obrigatório:
  • SCHNEIDER, Ben. Burocracia pública e política industrial no Brasil. São Paulo: Sumaré, 1994. Parte III, pp. 277-349. (comentário 6)
Seminários:
Referências complementares:
III UNIDADE: CRISE POLÍTICA E TRANSIÇÃO DE REGIME

Aula 9.
13 out. Estratégias de descompressão política "lenta, segura e gradual": a interação entre o projeto militar, o processo político e as lutas sociais

Texto obrigatório:
  • SANTOS, Wanderley Guilherme dos. Estratégias de descompressão política. In _____. Poder e política: crônica do autoritarismo brasileiro. Rio de Janeiro: Forense-Universitária, 1978. pp. 143-211. (comentário 7)
Seminários:
Aula 10.
20 out. A lógica militar da "democratização": a reconversão liberal da ditadura militar e as formas de manipulação do consenso

Texto obrigatório:
  • MARTINS, Luciano. A “liberalização” do regime autoritário no Brasil. In O’DONNELL, Guillermo; SCHMITTER, Philippe; e WHITEHEAD, Lawrence (orgs.). Transições do regime autoritário: América Latina. São Paulo: Vértice, 1988. pp. 108-139. (comentário 8)
Seminários:
  • CASTRO, Celso. Comemorando a 'revolução' de 1964: a memória histórica dos militares brasileiros. In FICO, Carlos et al. Ditadura e democracia na América Latina: balanço histórico e perspectivas. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 2008, pp. 116-142. (seminário 14)
  • LAMOUNIER, Bolívar. O “Brasil autoritário” revisitado: o impacto das eleições sobre a abertura. In STEPAN, Alfred (org.). Democratizando o Brasil. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988, pp. 83-134. (seminário 15)
  • FLEISCHER, David. Manipulações casuísticas do sistema eleitoral durante o período militar, ou como usualmente o feitiço se voltava contra o feiticeiro. In Soares Gláucio; D’Araujo Maria Celina (orgs.). 21 anos de regime militar: balanços e perspectivas. Rio de Janeiro: Editora da Fundação Getulio Vargas, 1994, pp. 154-197. (seminário 16)
Referências complementares:
Documentos históricos:
1. "Tanto Mar". Chico Buarque explica a história das duas versões da música (1978).
2. Luiz Carlos Prestes. Roda Viva. Entrevista à TV Cultura. 1986 (parte 1).
3. General Newton Cruz. cena do filme Céu Aberto de João Batista de Andrade (1985). 

IV UNIDADE: A CONSTRUÇÃO INSTITUCIONAL DA DEMOCRACIA RESTRITA

Aula 11.
3 nov. Da ditadura militar à democracia liberal: a natureza e a direção da mudança política no Brasil

Texto obrigatório:
  • ABRANCHES, Sérgio Henrique. O presidencialismo de coalizão: o dilema institucional brasileiro. Dados, Rio de Janeiro, v. 31, n. 1, pp. 5-33, 1988. (comentário 9)
Seminários:
Referências complementares:
  • HERMET, Guy. As transições democráticas no século XX: comparação entre América Latina e Leste Europeu. In ABREU, Alzira Alves de. Transição em fragmentos: desafios da democracia no final do século XX. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2001. pp. 13-35.
  • Geddes, Barbara. O quê sabemos sobre democratização depois de vinte anos? Opinião Pública, vol.7, no. 2, p.221-252. Nov 2001.
Documento histórico:
Aula 12.
17 nov. Sobre ditabrandas e democraduras: questões de nomenclatura, de ideologia e de teoria

Texto obrigatório:
  • O’DONNELL, Guillermo; SCHMITTER, Philippe. Transições do regime autoritário: primeiras conclusões. São Paulo: Vértice, 1988. (comentário 10)
Seminários:
  • SERNA, Miguel. Reconversión y conservadurismo político en Brasil: los límites del cambio. Sociedade e estado, Brasília, v. 21, n. 2, pp. 415-458, ago. 2006. (seminário 20)
  • O'DONNELL, Guillermo. Democracia delegativa? Novos Estudos CEBRAP, São Paulo, n. 31, pp. 25-40, 1991. (versão em inglês aqui) (seminário 21)
  • AMES, Barry. A democracia brasileira: uma democracia em xeque. In ABREU, Alzira Alves de. Transição em fragmentos: desafios da democracia no final do século XX. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2001. pp. 45-72. (seminário 22)
Referências complementares:
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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

2011-08-04-pesquisadearquivosreferenciaveis


Acadêmico Resultados 1 - 10 de aproximadamente 101 sobre HUMANAS: EMENTA DE DISCIPLINA. (0,12 s) 
[PDF] de ufpr.brSDEC HUMANAS… - cienciassociais.ufpr.br
OBJETIVOS Este curso pretende introduzir os estudantes no debate teórico acerca das experiências 
históricas dos regimes políticos democráticos. Assim, a disciplina apresenta um panorama das 
principais estratégias de análise das democracias contemporâneas, presentes em ... 
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N Aguiar - … Sociológica Objetividade, Paixão, Improviso e Método …, 1978
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S De Grazia - 1993 - Companhia das Letras
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[HTML] de anpocs.org.brFW Reis - Revista Brasileira de Ciências Sociais, 1991 - anpocs.org.br
Seria provavelmente impróprio, num evento como este, pretender transformar as comunicações 
a serem debatidas em longas e abstratas discussões sistemáticas de questões de filosofia das 
ciências sociais. Tal como entendo nosso objetivo, porém, ele envolve alguma avaliação ... 
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[CITAÇÃO] Cenário de Representação da política, CR-p

VA LiMA… - Comunicação e política: conceitos e abordagens, …, 2004
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[CITAÇÃO] A imaginação

W Mills - Sociológica, 1965 - Zahar
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[CITAÇÃO] Da Guerra. 2ª edição

C CLAUSEWITZ - 1996 - São Paulo: Martins Fontes
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LF MIGUEL - Anais do XXIX Encontro Anual da ANPOCS
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Mais

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Grupos de Trabalho - Apresentação Detalhada (Ementa e Coordenadores)

GT 01 - Partidos, eleições e representação política

Coordenadores: Profa. Dra. Maria do Socorro Braga (UFSCar), Márcio Sousa (UFPA) e Carolina de Paula (UERJ)
O GT "Partidos, eleições e representação política" intenciona estabelecer o diálogo entre os pesquisadores pós-graduandos que desenvolvam trabalhos referentes à temática da representação política nas democracias contemporâneas. No interior desta temática ampla, busca-se discutir pesquisas que abordem os partidos em seus aspectos organizacionais; sua atuação na arena eleitoral; governativa e no recrutamento de líderes. O GT também contempla trabalhos que visam refletir sobre o impacto das regras formais e do sistema político-partidário sobre o voto, sobre as estratégias partidárias para a competição eleitoral e sobre o comportamento político de instituições e atores. Do ponto de vista dos objetos de estudo, espera-se acolher trabalhos sobre os diversos níveis e arenas da estrutura política, tais como eleições nacionais, estaduais e municipais, bem como diversos cargos em disputa. Do ponto de vista metodológico, são bem vindos desde estudos comparativos até estudos de caso, passando por estudos longitudinais, bem como o uso de novas abordagens para a questão da representação política.
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GT 02 – Comunicação Política e Opinião Pública

Coordenadores: Profa. Dra. Luciana Fernandes Veiga (UFPR), Sandra Avi dos Santos (UFPR), Felipe Borba (UERJ)
O GT tem por objetivo discutir trabalhos que investigam a comunicação nos processos eleitorais, de governos e na formação da opinião política, contemplando os vários sub-temas que os assuntos comportam. Entre os principais, o GT foca os seguintes eixos temáticos: (i) propaganda eleitoral, (ii) jornalismo político, (iii) novas tecnologias de comunicação, (iv) esfera pública, (v) recepção das mídias, (vi) atitude política e (vi) comportamento eleitoral.
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GT 03 – Teoria Política

Coordenadores: Profa. Dra. Vera Cepêda (UFSCar), Marcelo Sevaybricker (UFMG) e Gustavo Cezar Ribeiro (UERJ)
O GT tem como objetivo explorar os mais variados temas correlacionados ao campo da teoria/filosofia política, sendo possível organizá-los dentro das seguintes linhas: (1) autores clássicos e contemporâneos; (2) metodologias de pesquisa, tais como a História dos Conceitos e o Contextualismo Linguístico; (3) Pensamento Político e Social Brasileiro. Entendemos que esses trabalhos devem priorizar a análise crítica dos autores, destacando sua filiação teórica, suas limitações e contribuições, bem como a discussão de temas de relevância na contemporaneidade, quer no Brasil ou no exterior. Considerando que a produção em Ciências Sociais não se faz dissociada da discussão teórica, julgamos igualmente importante que os estudos procurem mostrar como os pressupostos e axiomas da teoria política influenciam e orientam a análise empírica.
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GT 04 – Estado e Políticas Públicas

Coordenadores: Prof. Dr. Fernando Abrúcio (FGV-SP), Vera Schimit (USP) e Leonardo Petronilha (UFF)
O GT "Estado e Políticas Públicas" discutirá o processo de produção das políticas públicas, enfatizando instituições e atores implicados, processos políticos e técnicos/burocráticos envolvidos na sua formulação, implementação e avaliação, examinando ainda suas trajetórias. Serão destacados os seguintes temas, abordados por meio de diferentes recursos teóricos e metodológicos: a dinâmica das relações intergovernamentais; as relações entre atores políticos e sociais e o papel da burocracia; a crescente inter-relação entre instituições nacionais e organismos internacionais na produção dessas políticas; políticas sociais, combate à pobreza e transferência de renda; e políticas regulatórias. O objetivo é estimular o diálogo entre diversas abordagens presentes neste campo bem como a constituição de novas perspectivas teórico-metodológicas, além de promover a integração entre diferentes pesquisadores, linhas e grupos de pesquisa.
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GT 05 – Instituições Políticas

Coordenadores: Prof. Dr. Octávio Amorim Neto (FGV-RJ), Mariana Batista (UFPE) e Rafael Silveira e Silva (UnB)
O GT "Instituições políticas" busca reunir pesquisadores que tenham como tema de pesquisa as diversas instituições políticas, como os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, os sistemas partidários e eleitorais, o Ministério Público, as agências reguladoras e demais instituições nacionais e internacionais, nos níveis municipal, estadual e federal. Tem-se por foco análises da dinâmica interna das instituições, suas inter-relações e também a interação com o ambiente e com grupos externos. Pretende-se também promover discussões sobre as elites e sua relação com as instituições.
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GT 06 – Cultura Política e Democracia

Coordenadores: Prof. Dr. Cesar Marcello Baquero Jacome (UFRGS), Robert Bonifácio (UFMG) e Elias Medeiros Vieira (UFRGS)
O GT "Cultura Política e Democracia" pretende abrigar discussões acerca da tensão entre fatores institucionais e fatores socio-culturais na configuração de culturas políticas nas democracias contemporâneas. Ademais, também pretende-se abarcar trabalhos que versam sobre as relações entre opinião pública e instituições políticas. O GT tem preferência por investigações científicas que aliem teoria/ empiria e que tenha como unidade de análise o cidadão e suas opiniões e atitudes.
Detalhes Programacao

GT 07 – Participação Política e Movimentos Sociais

Coordenadores: Prof. Dr. Adrian Gurza Lavalle (USP), Priscila Riscado (UFF), José Szwako (UNICAMP)
Nos últimos vinte anos, o cenário das democracias latino e sulamericanas vem sendo marcado pela pluralização de demandas e atores sociais, bem como pelas tentativas de resposta dos Estados no sentido de incorporar tais demandas. O GT "participação e movimentos sociais" sugere dois eixos de debate centrados na interação entre atores políticos e organizações civis. Por um lado, serão privilegiados trabalhos empíricos voltados para os efeitos da ação coletiva sobre a institucionalidade, em especial, sobre a formação de agenda e elaboração de políticas públicas. Por outro, a atenção se volta para a relação entre atores mais recentes (movimento ambiental, negro, gay, dentre outros) e atores político-partidários e institucionais.
Detalhes Programacao

GT 08 – Relações Internacionais

Coordenadores: Profa. Dra. Janina Onuki (USP), Ariana Bazzano (Unicamp) e Flávio Pinheiro (USP)
O GT "Relações Internacionais" tem por objetivo reunir estudos de pesquisadores que tragam novas abordagens para o debate das relações internacionais no Brasil, de forma a dar continuidade e fortalecer a interação entre os principais centros de pesquisa e de pós-graduação na área. Nesse quadro, espera-se que temas relevantes como direitos humanos, segurança, regimes internacionais, meio ambiente, governança global, entre outros, sejam tratados majoritariamente sob a perspectiva regional ou da política externa brasileira.
O GT encontra-se estruturado em cinco eixos temáticos: (a) teoria das relações internacionais; (b) metodologia nas relações internacionais; (c) economia política internacional; (d) integração regional; e (e) segurança internacional. No que diz respeito aos tópicos "c","d" e "e", serão priorizados os trabalhos que combinem análise política, teoria e resultados empíricos de pesquisas já em estágio avançado.
Detalhes Programacao

MESA COORDENADA

Coordenadores: Prof.Dr. Eduardo Leoni (IBGE); Prof. Dr. André Borges (UnB), Umberto Mignozzetti (USP), Daniel Marcelino Silva (UnB), Vitor Sandes (UFPI)
Quais desafios a Ciência Política deve dedicar atenção? Como estudos produzidos no Brasil podem incitar soluções teóricas e metodológicas próprias e inovadoras? O objetivo desta mesa é discutir o desenvolvimento metodológico da Ciência Política em nossos dias contextualizando, a partir daí, também os desafios das pesquisas no Brasil. Esta mesa, portanto busca ampliar o espaço de discussão sobre métodos e metodologias usados na Ciência Política contemporânea. Esperamos que, por meio das reflexões, os participantes possam compreender melhor o 'estado da arte', bem como contribuir com a disciplina no aperfeiçoamento ou desenvolvimento de teorias e metodologias inovadoras.

Itens compartilhados de Antonio Marcos

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