quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

http://www.arquivonacional.gov.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?from_info_index=1&sid=40



Terça-feira é dia de Villa in concert.  Os próximos concertos estão agendados para os dias 1º, 8, 15 e 19 de dezembro, sempre às 18h30m, no pátio interno do Arquivo Nacional, com entrada franca
 

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Ao atracar no porto do Rio de Janeiro, em junho de 1799, o navio Boa Viagem trazia a bordo a francesa Joana d'Entremeuse, que, "pela sua nação, pela sua viveza, pelo seu caráter insinuante, e pelos seus projetos, e indústria se faz merecedora de ser olhada com circunspecção"

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A publicação contempla parte da coleção de rótulos e marcas de produtos variados, estabelecimentos comerciais e manufaturas, preservados no Arquivo Nacional, e que descrevem um capítulo da história do design e do consumo no Brasil dos últimos anos do século XIX.
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O Diretor-Geral do Arquivo Nacional, prof. Jaime Antunes da Silva, recebeu no dia 06/11/2009, em cerimônia de assinatura de Termo de Doação, manuscritos originais do presidente Getúlio Vargas. Os 682 bilhetes doados à instituição serão tratados e digitalizados e, posteriormente, disponibilizados para consulta do público


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"A região da Banda Oriental do Rio da Prata há muito cobiçada pela sua localização estratégica e pelo seu potencial econômico, foi incorporada ao Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves em julho de 1821", explica em seu Comentário, a pesquisadora Aline Pinto Pereira

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A maior exposição sobre a vida e obra de Heitor Villa-Lobos permanecerá no espaço do Arquivo Nacional do dia 12 de outubro até 05 de janeiro de 2010. Um trem cenográfico - O Trenzinho Caipira - levará os visitantes a uma viagem pelo universo mágico do maestro

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No dia 25 de setembro, a Coordenação Regional do Arquivo Nacional no Distrito Federal recebeu da jornalista Taís Morais a doação de mais de 1000 folhas de arquivos sobre a Guerrilha do Araguaia

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O governo federal começou a veicular campanha nacional para mobilizar a sociedade a reconstruir a história do País durante o período de 1964 a 1985

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Real Academia das Ciências de Lisboa é a nova seção do site O Arquivo Nacional e a História Luso-Brasileira.  O período abrangido é essencialmente o da administração joanina no Brasil . Comentado em texto da historiadora Mariana Lambert, do Arquivo Nacional, o tema também é abordado em quatro matérias na Seção Sala de Aula


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A Comissão Especial de Licitação do Prêmio Arquivo Nacional de Pesquisa 2009, conforme estabelecido no Edital do Concurso n. 1/2009, publicado no DOU em 05 de março de 2009, torna público que foram habilitados dezoito trabalhos, identificados e relacionados pelo pseudônimo, conforme o Regulamento do Edital do Concurso n.1/2009 Leia mais..


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Notícias e Eventos 
Notícias e Eventos
 

O acervo foi doado ao Arquivo Nacional em agosto de 2009 pelo casal Valdo Ruviaro e Yara. Os documentos refletem a fundação da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e do Partido dos Trabalhadores (PT), bem como a atuação de diversos movimentos populares, em especial os sem-teto, na cidade de São Paulo. Parte do material se refere à atuação dos titulares nas assessorias das prefeituras de Diadema e Campinas

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Em cartaz na instituição entre dezembro de 2008 e abril de 2009, a exposição abordou o período de quase um século durante o qual foi consolidada, em meio a inúmeros conflitos, a ideia de país.
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Em comemoração aos 220 anos do movimento revoltoso de Minas Gerais, a Conjuração mineira de 1789, foi lançado o novo tema do sitio O Arquivo Nacional e a história luso-brasileira

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Com a presença do cônsul geral da Itália, Umberto Malnati, que deu início aos trabalhos, foi realizada no dia 07 de abril, no Arquivo Nacional, no Rio de Janeiro, a mesa-redonda "A Imigração Italiana no Brasil", com a participação do diretor do Arquivo Central de Roma, Professor Aldo Ricci, recebido pelo diretor-geral do Arquivo Nacional, Professor Jaime Antunes da Silva, e pelo diretor do Instituto Italiano de Cultura do Rio de Janeiro, doutor Rubens Piovano. Leia mais..

O Arquivo Nacional está disponibilizando para consulta online neste portal e em meio eletrônico na sua sede, no Rio de Janeiro, e na Coordenação Regional, em Brasília, os textos das Atas do Conselho de Segurança Nacional do período 1934-1975 Leia mais..


No dia 23 de janeiro Emilia Lobato, representando Cecília Beatriz Levy da Veiga Soares, Presidente da Associação Ser Cidadão e Iolanda Silva, desta mesma associação, participaram de solenidade de assinatura do Acordo de Cooperação Técnica entre o Arquivo Nacional e a Ser Cidadão.
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As invasões francesas em Portugal são o tema mais recente na seção A Corte no Brasil do sitio O Arquivo Nacional e a história luso-brasileira.
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Nesse período a linha de pesquisa O Arquivo Nacional e a História Luso-brasileira desenvolveu diversas ações que incluem exposições, publicações, seminários, apresentação de trabalhos, atendimento ao público externo, apoio a outras áreas da Instituição, fomento a matérias jornalísticas sobre temas afins, além da própria difusão dos produtos por meio de mídia impressa e televisiva.

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Primeiro colocado no Prêmio Arquivo Nacional de Pesquisa 2005, o trabalho acaba de ser publicado. 
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Segundo colocado no Prêmio Arquivo Nacional de Pesquisa 2005, o trabalho acaba de ser publicado.
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50 anos de desenvolvimento nacional Getúlio Vargas Café Filho JK Jânio Quadros João Goulart Castelo Branco Costa e Silva Médici Geisel Figueiredo Sarney Collor Itamar Fernando Henrique Cardoso Saiba mais sobre as imagens


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50 anos de desenvolvimento nacional
 

Getúlio Vargas
Café Filho
JK
Jânio Quadros
João Goulart
Castelo Branco
Costa e Silva
Médici
Geisel
Figueiredo
Sarney
Collor
Itamar
Fernando Henrique Cardoso
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50 anos de desenvolvimento nacional
Esta exposição tem por objetivo exibir imagens que sintetizam 50 anos de desenvolvimento nacional, com ênfase nos aspectos econômicos que marcaram o período. As últimas cinco décadas, especialmente as de 1950 a 1980, assinalam a passagem de um Brasil predominantemente agrícola a um Brasil urbano, industrial e de serviços. Foram anos de ampla industrialização e de autonomia da indústria nacional, modificações na estrutura da produção agrícola, incremento da urbanização, popularização dos meios informáticos, desenvolvimento tecnológico e de uma substituição lenta e gradual de um Estado forte e atuante na economia para um Estado regulador, aspecto expresso visivelmente nos processos de desestatização e privatização ocorridos na última década. Em todos estes anos é visível a presença do BNDES, não apenas como instituição especializada no apoio financeiro a projetos de investimento essenciais à modernização da economia brasileira, mas, principalmente, como um dos agentes condutores da política econômica.
O BNDES foi criado em 20 de junho de 1952; com o nome de Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico - BNDE, após inúmeros estudos sobre os problemas e as perspectivas da economia brasileira e o papel a ser reservado às empresas estatais e à iniciativa privada, visando superar os obstáculos que emperravam o ritmo do desenvolvimento nacional. Esse debate, ocorrido nas décadas de 1930 e 1940, envolveu instituições governamentais, entidades privadas e personalidades como o empresário Roberto Simonsen e o professor Eugênio Gudin.
Os antecedentes mais próximos à criação do Banco remontam às atividades da Comissão Mista Brasil-Estados Unidos. Organizada em 1950, a Comissão elaborou uma série de recomendações às autoridades governamentais destacando-se a necessidade da criação de um organismo, com características distintas de todos os outros, capaz de gerenciar uma rede de amplos e complexos projetos de investimento. Criou-se então o BNDE, ao qual foi conferida a responsabilidade de gerir o Fundo de Reaparelhamento Econômico, instituído poucos meses antes; de administrar e garantir os créditos em moeda estrangeira comprometidos com o Programa de Reaparelhamento Econômico; e de preparar, analisar e financiar projetos de investimento.
A criação do Banco deve ser vista como parte das medidas promovidas pelo novo governo de Getúlio Vargas, iniciado em 31 de janeiro de 1951. Estas medidas destinavam-se a incentivar o desenvolvimento econômico nacional, priorizando a industrialização, e incluíam investimentos públicos no sistema de transportes e de energia, com a abertura de um crédito externo de 500 milhões de dólares, além da ampliação da oferta de energia para o Nordeste, o equacionamento do problema do carvão nacional, o reequipamento da marinha mercante e do sistema portuário. Neste modelo de desenvolvimento adotado por Vargas, chamado de 'nacionalista', importava de fato, substituir as importações, cabendo ao Estado controlar a infra-estrutura e a indústria básica, ficando as outras áreas da atividade econômica nas mãos das empresas privadas nacionais.
A gestão de Juscelino Kubitschek, os chamados anos JK, se caracterizou como um período de otimismo gerado pela estabilização econômica. Aquilo que o jargão da propaganda oficial chamou de ‘cinqüenta anos em cinco' estava consubstanciado no Plano de Metas, que possuía 31 objetivos, distribuídos por 6 temas: energia, transportes, alimentação, indústrias de base, educação e a construção de Brasília, a meta-síntese. Na prática, o governo de Juscelino representou a substituição do modelo 'nacionalista' de Getúlio Vargas por uma política 'nacional-desenvolvimentista', que agregava à uma ampla atividade do Estado nos setores de infra-estrutura, a empresa privada nacional e o incentivo a entrada de capitais estrangeiros, com ênfase na industrialização. Para viabilizar o Plano de Metas foi fundamental a integração entre o BNDE e o Conselho de Desenvolvimento. Ao BNDE coube, juntamente com a Comissão Econômica para a América Latina - CEPAL, formular os estudos que orientaram os investimentos a serem realizados. O Banco também atuou no Conselho ocupando a secretaria executiva e participando dos grupos de trabalho, cabendo-lhe o papel de agente financiador de projetos e administrador dos recursos.
O balanço da atuação do BNDE ao final do governo Juscelino é francamente positivo: até dezembro de 1960, havia firmado contratos para o financiamento de 133 projetos, teve suas fontes de recursos ampliadas e espalhou-se em vários campos de atuação.
O curto governo de Jânio Quadros ficou marcado pela redução dos subsídios às importações numa tentativa de reequilibrar a balança comercial, o que credenciou o governo junto ao Fundo Monetário Internacional a renegociar a dívida externa brasileira. A situação financeira que Jânio anunciara como terrível agravou-se na gestão de João Goulart, o que o levou a lançar o Plano Trienal que propunha uma combinação entre crescimento econômico, reformas sociais e combate à inflação prevendo a reforma agrária, a redução dos gastos públicos, mas não dos investimentos. O plano econômico - que não havia tido o apoio dos setores influentes da sociedade - acabou fracassando em meados de 1963, tornando-se fator decisivo para o movimento que culminou no golpe de 64.
A política econômica adotada pelo regime militar tratou, logo de início, de aparelhar a máquina de Estado, controlando seus gastos, reduzir o déficit público e aumentar a arrecadação de impostos. Entre 1969 e 1973, período conhecido como o 'milagre brasileiro', houve um extraordinário desenvolvimento da economia nacional, devido em grande parte a taxas relativamente baixas de inflação e um investimento considerável de capital estrangeiro, especialmente na indústria automobilística, que liderou o crescimento industrial. Expansão do comércio exterior, diversificação das exportações e aumento da capacidade de arrecadar tributos também são aspectos representativos da política econômica do período capitaneada pelo ministro da Fazenda Delfim Neto. Mas, os anos do milagre são, também, anos de escassos investimentos em programas sociais e de projetos grandiosos de estradas e obras, alguns mal sucedidos, como é o caso da rodovia Transamazônica. No governo Geisel o II Plano Nacional de Desenvolvimento tratou de incentivar os investimentos das empresas privadas na produção de bens de capital, contando, para este objetivo, com o sistema de incentivos e créditos do BNDE. Na prática, a política econômica acabou por colocar nas mãos das grandes estatais - como a Petrobras e a Eletrobras - a responsabilidade pela industrialização nacional. Os últimos anos do regime militar - especialmente 1981-1983 - foram de recessão, declínio do Produto Interno Bruto e alta da inflação. Em 1982, o Banco, ampliando o seu campo de atuação, passou a incorporar o S de Social, o que representou uma nova vertente, a de investimentos em inúmeros programas sociais.
A gestão de José Sarney ficou marcada, no campo econômico, pela política adotada pelo ministro da Fazenda, Dílson Funaro - nomeado quando presidia o BNDES. O mentor do Plano Cruzado, batizado em função da criação de uma nova moeda, buscava a todo custo conter a inflação, congelando preços e salários. Mas, o fracasso do Plano Cruzado e os anos difíceis que se seguiram - com o retorno da inflação e baixas taxas de crescimento econômico - não modificaram o perfil eficiente do BNDES. Ao longo da década de 1980, o Banco registrou lucros em suas operações e apresentou baixas despesas administrativas, mantendo papel relevante no financiamento de projetos governamentais, aportando recursos para o metrô do Rio de Janeiro, para a etapa final da hidrelétrica de Itaipu e para a modernização da Companhia Brasileira de Trens Urbanos.
Com a eleição de Fernando Collor de Melo, em março de 1990, um novo modelo econômico e de gestão do Estado foi formulado, abrindo espaço para a discussão sobre o papel do BNDES. Naquele momento, o Banco vocacionou-se para o financiamento das exportações brasileiras e da capacitação tecnológica bem como o saneamento de empresas estatais para fins de privatização.
Das linhas de atuação do Banco formuladas em 1990, a participação nos processos de privatização foi a sua marca mais consistente: a série de privatizações iniciada com a da Usiminas, em 1991, seguida da Companhia Siderúrgica Nacional e do setor petroquímico, em 1992, deu novamente ao Banco o papel de condutor da política econômica, papel que seria reforçado na gestão de Fernando Henrique Cardoso. Como instrumento da ação do governo, o BNDES participou nos últimos anos do financiamento do gasoduto Brasil-Bolívia, das hidrovias dos rios Madeira e Araguaia-Tocantins, das obras do metrô do Rio de Janeiro e São Paulo e do porto de Sepetiba. Essa vertente, no entanto, não reduziu a importância do Banco no comando do processo de privatização, com destaque para o restante do setor petroquímico, a Companhia Vale do Rio Doce e as companhias estatais e bancos de propriedade dos governos estaduais. O balanço destes 50 anos de atuação do Banco aponta para a característica que melhor o define a de ser um dos principais agentes do desenvolvimento nacional.
Maria do Carmo Teixeira Rainho
Curadora da exposição


Participação em Organismos e Programas Internacionais 
 
Projeto Interpares
Projeto InterPARES - International Research on Permanent Authentic Records in Electronic System  (Pesquisa Internacional sobre Documentos Arquivísticos Autênticos em Sistemas Eletrônicos), coordenado pela University of British Columbia, Canadá, tem desenvolvido conhecimento teórico-metodológico essencial para a preservação de longo prazo de documentos arquivísticos digitais autênticos. O projeto teve início em 1999 e, atualmente, encontra-se em sua terceira fase.
O Projeto InterPARES é integrado por uma equipe de professores e pesquisadores da Europa, Ásia, África e Américas, de diferentes disciplinas como ciência e tecnologia da informação, arquivologia, biblioteconomia, direito e história.
A primeira fase do projeto, InterPARES 1, teve como objetivo identificar requisitos conceituais para avaliar e manter a autenticidade dos documentos digitais "tradicionais" produzidos e recebidos no curso das atividades administrativas e legais. Esta fase, iniciada em 1999 e concluída em 2001, gerou diversos produtos como: requisitos conceituais para avaliar a autenticidade dos documentos arquivísticos digitais; modelos de processos de seleção e preservação de documentos arquivísticos digitais autênticos; glossário; sítio na Internet e a publicação intituladaThe long term preservation of authentic electronic records: findings of InterPARES Project.
Em sua segunda fase, denominada InterPARES 2, realizada no período de 2002 a 2006, o projeto teve por foco documentos arquivísticos digitais gerados no contexto de atividades artísticas, científicas e governamentais, em sistemas experimentais, interativos e dinâmicos . Nesta fase os produtos gerados foram: base de dados de terminologia; modelos conceituais de preservação; registro e análises de diversos esquemas de metadados; diretrizes para produção, manutenção e preservação de documentos digitais autênticos e um conjunto de estratégias voltadas para a preservação de documentos digitais de longo prazo.
No ano de 2007 teve início a terceira fase do projeto, agora denominada InterPARES 3, com término previsto para o ano de 2012. Esta fase tem por objetivo capacitar programas e organizações (públicas ou privadas), responsáveis pela produção e manutenção de documentos arquivísticos digitais, a desenvolver estratégias de preservação e acesso de longo prazo a esses documentos. Para tanto será aplicado o conhecimento teórico-metodológico desenvolvidos nas duas primeiras fases.
O projeto InterPARES 3 passou a contar com a participação de dois países latino-americanos, Brasil e México. O TEAM Brasil foi criado em 2007, por ocasião do Seminário Internacional de Especialistas de Gestão e Preservação de Documentos Digitais e contou com a presença do coordenador do projeto InterPARES, da Universidade de British Columbia, Mr. Randy Preston.
O TEAM Brasil é coordenado pelo Arquivo Nacional, e conta com a participação de instituições que atuam como parceiras de teste, além de pesquisadores acadêmicos, profissionais e colaboradores.
Caberá às instituições parceiras selecionar objetos de estudo nos quais será aplicado o conhecimento teórico-metodológico desenvolvido pelo InterPARES. Integram esses objetos de estudo os sistemas eletrônicos que produzem e preservam os documentos digitais, bem como os próprios documentos, no contexto da sua confiabilidade, autenticidade, e acesso e preservação ao longo do tempo.
Para cada instituição parceira será criado um conjunto específico de planos de ação Tais planos serão devidamente analisados e comparados no âmbito de todos os TEAMs do InterPARES 3. Em seguida serão apresentados aos produtores e/ou preservadores de documentos arquivísticos digitais de todos os TEAMs, modelos de preservação de seus documentos.
Em relação aos pesquisadores do TEAM Brasil, estes serão responsáveis pelo estudo de temas específicos no âmbito teórico-metodológico do InterPARES, bem como pelo acompanhamento dos estudos das instituições parceiras.
Um dos resultados previstos na implementação do Projeto InterPares 3 nos paises participantes, será a elaboração de um conjunto de módulos orientados tanto para o treinamento de pessoal em instituições arquivísticas, como para cursos de graduação em Arquivologia.
Mais informações sobre o projeto InterPARES podem ser obtidas no sítiohttp://www.interpares.org/ .
Sobre o TEAM Brasil entre em contato com preservacaodigital@arquivonacional.gov.br.



Nação Brasílica: 180 anos de Independência
Há 180 anos o príncipe d. Pedro proclamava a independência do Brasil. Brasileiros e portugueses representaram naquele momento o confronto entre América e Europa, nação e colônia, novo e antigo. Esse período, considerado de pacífica transição, conferindo uma identidade ao Império, é, apesar disso, marcado por uma intensa movimentação política, que se prolongaria até o fim da Regência, na década de 1840. A independência foi uma resposta à tentativa de restauração do vínculo colonial, revelando contradições de ordem material, mas foi também produto das idéias ilustradas, portadora de um conteúdo simbólico, vivido na América como um todo.
Mas esse não foi apenas o tempo da política. A primeira metade do século XIX foi marcada pela afluência ao Brasil de um contingente de cientistas, artistas, exploradores, diplomatas. Esse grupo heterogêneo, a que chamamos viajantes, puderam, cessadas as proibições metropolitanas e as guerras napoleônicas, conhecer essa parte do Novo Mundo. Entre 1810 e 1850 um grande número de viajantes chegou ao Brasil. Franceses, ingleses e alemães podiam ser vistos no alto das montanhas, arredores das cidades, entre as quais destaca-se a capital, coletando animais, plantas, fazendo-se representar nas paisagens, criando cenários da vida urbana e rural. A literatura por eles gerada, além de inventariar a natureza e a geografia do Novo Mundo, alimentou teorias sobre o meio ambiente, o caráter de seus habitantes e o imaginário de um público ávido pelo gênero, legando, ainda, um patrimônio imagético e uma extrema valorização das características naturais do país.
Muitas vezes as viagens eram patrocinadas, como foi o caso da Missão Austríaca, que acompanhou a Imperatriz Leopoldina e que teve, entre seus membros mais ilustres, o pintor Thomas Enders e os naturalistas Carl Friedrich von Martius e Johan Baptist von Spix. Dava-se continuidade, assim, a um processo desencadeado com a presença no Rio de Janeiro, da corte de d. João VI, com a Missão Artística Francesa, que procurava atrair para o país os signos da cultura européia.
Assinalar os 180 anos da independência significa, principalmente, conhecermos um período que é o da disputa travada em torno da identidade e da unidade da monarquia em uma sociedade escravista e também da tentativa de apreensão da variedade e extensão de um mundo que os viajantes procuraram enfrentar e traduzir. As imagens, livros e manuscritos aqui expostos descrevem, antes de tudo, uma trajetória que é, em si, o próprio acontecimento, qual seja, de elaboração contínua da nossa experiência como Nação, tantas vezes reiniciada em torno da idéia do novo.
Cláudia Beatriz Heynemann


O mundo luso-brasileiro
 

Expansão marítima portuguesa
O Brasil holandês e a Restauração de Portugal
Aldeias indígenas, Inconfidência e idéias ilustradas
Marquês de Pombal e Período Joanino
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Estampas do Rio
 

Rio moderno e colonial
Largo da Carioca, Praça Mauá, Praça Paris
Sagrado e profano
Comércio de rua/Esplanada do Castelo
Rio dos modernos/Manifestações políticas
Bares, bondes e paisagens
Favela/Copacabana/Pão de Açúcar
Território do Vazio/Esportes
Centro/Barra da Tijuca/Copacabana/Ipanema
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Imagens da mulher brasileira
Desde o final do século XIX, a vida das mulheres vem sofrendo profundas e irremediáveis transformações. No Brasil, esse processo se inicia com uma sociabilidade marcada pela exteriorização da mulher que, aos poucos, começa a se expor nos salões, nos teatros, nas recepções oficiais, nas ruas comerciais das cidades. É claro que isto se refere à mulher da boa sociedade; negras e brancas pobres sempre estiveram presentes nas ruas: eram quitandeiras, negras de tabuleiros, vendedoras de toda a sorte de produtos.

A partir das primeiras décadas do século XX importantes conquistas são feitas pelas mulheres que, sem deixar de lado o esperado papel de esposa e mãe, começam a ocupar espaço no mundo do trabalho e a ter mais acesso à educação formal, conseguindo também contestar em artigos e crônicas as teses referentes à inferioridade feminina. Aos poucos, outras lutas se impõem: romper o monopólio masculino em algumas profissões, participar de concursos públicos, exigir o direito de votar e ser votada. Estas são algumas das reivindicações que se tornaram conquistas nas décadas de 1920 e 1930.

Nos anos 40 e 50 são outras as preocupações femininas. Naquele momento, era a liberalidade dos costumes que se desejava. Casar, sobretudo virgem, ainda era imperativo. Ter filhos e manter o casamento também. Desquites e separações eram malvistos, mas os padrões de comportamento começavam a mudar: a praia já estava incorporada à vida das cidades, as atrizes de cinema e do teatro de revista estabeleciam gostos e modas ousadas, as calças compridas começavam lentamente a ser adotadas.

A década de 60 trouxe a pílula, a minissaia, e um feminismo engajado nas discussões de temas como aborto, virgindade, desquite, divórcio, igualdade de direitos em todos os sentidos. Um novo ritmo separava as mulheres desta geração das outras: eram tempos de rock and roll.
Muitas reivindicações tornaram-se conquistas como é o caso do divórcio e da participação política. Outras se mantiveram e/ou se aprofundaram e ainda hoje suscitam discussões e polêmicas como é o caso da liberação do aborto. São algumas destas lutas, conquistas, mudanças e permanências que estão presentes na exposição Imagens da Mulher Brasileira na qual são enfocados temas como infância, relações afetivas, maternidade, família, moda, educação, trabalho, lutas pelos direitos e emancipação, participação política, entre outros. Organizada pelo Arquivo Nacional, com o patrocínio do BNDES, a mostra foi inaugurada em 1996 e, a partir de então, itinerou por diversas capitais como Brasília, Belo Horizonte, São Paulo e Porto Alegre, tendo estado em muitas ocasiões associada a outros eventos relativos ao tema.

Estas fotos, que exibem mulheres anônimas e famosas, ajudam a contar uma história da mulher dentro de um universo marcadamente masculino. Afinal, uma história das mulheres é também uma história de homens e de como se distinguem e se misturam papéis, poderes, silêncios e palavras.

Maria do Carmo Teixeira Rainho
Curadora


Imagens da mulher brasileira
 

Infância
Casais/Casamento
Maternidade
Família
Velhice
Padrão estético
Educação
Trabalho
Lutas/emancipação
Sociabilidade
 




PUBLICAÇÕES DIGITAIS CONARQ http://www.conarq.arquivonacional.gov.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm

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Publicações Digitais 
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ISAD (G) - Norma Internacional de descrição arquivística 
Esta norma estabelece diretrizes gerais para a preparação de descrições arquivísticas. Deve ser usada em conjunção com as normas internacionais existentes ou como base para a sua criação. O objetivo da descrição arquivística é identificar e explicitar o contexto e o conteúdo de documentos de arquivo a fim de promover o acesso aos mesmos. Para abrir em pdf, clique sobre a capa.
  
ISAAR (CPF) - Norma internacional de registro de autoridadearquivística para entidades coletivas, pessoas e famílias
Esta norma dá diretivas para a preparação de registros de autoridade arquivística que forneçam descrições de entidades (entidades coletivas, pessoas e famílias) relacionadas à produção e manutenção de arquivos.Para abrir em pdf, clique sobre a capa.
 
NOBRADE - Norma brasileira de descrição arquivística
Esta norma estabelece diretivas para a descrição no Brasil de documentos arquivísticos, compatíveis com as normas internacionais em vigor ISAD (G) e ISAAR (CPF), e tem em vista facilitar o acesso e o intercâmbio de informações em âmbito nacional e internacional. Embora voltada preferencialmente para a descrição de documentos em fase permanente, pode também ser aplicada à descrição em fases corrente e intermediária.Para abrir em pdf, clique sobre a capa.

 
Classificação, Temporalidade e Destinação de documentos de Arquivo Relativo às Atividades-Meio da Administração Pública
O Código de classificação de documentos de arquivo para a administração pública: atividades-meio e a Tabela básica de temporalidade e destinação de documentos de arquivo relativos às atividades-meio da administração pública, constituem elementos essenciais à organização dos arquivos correntes e intermediários, permitindo acesso aos documentos por meio da racionalização e controle eficazes das informações nele contidas. Para abrir em pdf, clique sobre a capa.

 
Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística
O Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística é um instrumento de fundamental importância para a normalização conceitual das atividades inerentes ao fazer arquivístico. Para abrir em pdf, clique sobre a capa.
  

Subsídios para a Implantação de uma Política Municipal de Arquivos
Este trabalho, visa oferecer orientação aos responsáveis pela guarda e administração de documentos nas prefeituras das cidades brasileiras. Para abrir em pdf, clique sobre a capa.

  
Recomendações para a Construção de Arquivos
Estas recomendações destinam-se a orientar o planejamento para a construção, adaptação e reforma de edifícios que atendam às funções específicas de um arquivo permanente. Para abrir em pdf, clique sobre a capa.

  
Recomendações para a Produção e o Armazenamento de Documentos de Arquivo
As recomendações presentes neste documento, têm como objetivo possibilitar o planejamento de estratégias de guarda e de preservação de documentos de arquivo, de acordo com sua temporalidade e destinação.Para abrir em pdf, clique sobre a capa.

  

 Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital
A CARTA PARA A PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO ARQUIVÍSTICO DIGITAL, do Conselho Nacional de Arquivos - CONARQ, aprovada em 2004, tem o objetivo de conscientizar e ampliar a discussão sobre o legado cultural em formato digital, e que se encontra em perigo de perda e de falta de confiabilidade. A Carta manifesta a necessidade de estabelecer políticas, estratégias e ações que garantam a preservação de longo prazo e o acesso contínuo aos documentos arquivísticos digitais. Para abrir em pdf, clique sobre a capa.


  
Descrição Arquivística - Referências Bibliográficas
Esta bibliografia constitui parte do trabalho desenvolvido pela Câmara Técnica de Normalização da Descrição Arquivística (CTNDA), do CONARQ, para elaborar a Norma Nacional de Descrição Arquivística, tendo como referência as normas internacionais existentes. Para abrir em pdf, clique sobre a capa.

  
  
 
 Diretrizes gerais para a construção de websites de Instituições Arquivísticas
Este documento não pretende ser um manual para a construção de websites de instituições arquivísticas. Seu objetivo é fornecer um referencial básico às instituições arquivísticas interessadas em criar ou redefinir seus websites. Para abrir em pdf, clique sobre a capa.

  
 

Subsídios para a Inserção do Segmento dos Arquivos no Programa Sociedade da Informação no Brasil
Proposições do CONARQ para o Livro Branco da Sociedade da Informação no Brasil, encaminhadas ao Ministério da Ciência e Tecnologia em
julho de 2001. Para abrir em pdf, clique sobre a capa.

  
Seminário Internacional de Arquivos de Tradição Ibérica
Aconteceu no Rio de Janeiro, de 3 a 7 de abril de 2000, o Seminário Internacional de Arquivos de Tradição Ibérica dedicado ao tema Uso e Usuários de Arquivos envolvendo países da América Latina e Caribe, de língua hispânica, países africanos de língua portuguesa e Brasil, Portugal e Espanha. O CONARQ disponibiliza para download os arquivos com asRecomendações em (português e espanhol) propostas durante o Seminário, as Conferências bem como o Guia de Arquivos Nacionais de Tradição Ibérica.
  
 
Mesa Redonda Nacional de Arquivos
Aconteceu no Rio de Janeiro, nos dias 13 a 15 de Julho de 1999, a Mesa Redonda Nacional de Arquivos, com o objetivo de definir um plano diretor, para curto, médio e longo prazos, com estratégias e ações a serem implementadas, visando à modernização das instituições arquivísticas brasileiras e estimular agências de fomento, nacionais e internacionais, no patrocínio de projetos na área arquivística. O CONARQ disponibiliza para download os arquivos com o documento final em (portuguêsespanhol einglês), textos discutidos e debates, também em (portuguêsespanhol einglês).
  
Modelo de Requisitos para Sistemas Informatizados de Gestão Arquivística de Documentos - e-ARQ Brasil
Neste documento é apresentado um Modelo de Requisitos para Sistemas Informatizados de Gestão Arquivística de Documentos - e-ARQ Brasil,  elaborado no âmbito da Câmara Técnica de Documentos Eletrônicos do Conselho Nacional de Arquivos no período de 2004 a 2006. Os metadados, parte integrante deste modelo, serão incluídos na próxima versão. Para abrir em pdf, clique sobre a capa.
 
Link para o Catálogo de Publicações do Arquivo Nacional 

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Outras Publicações
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Conselho Internacional de Arquivos - CIA International Council of Museums - ICOM International Council on Monuments and Sites - ICOMOS International Federation of Associations of Librarians and Libraries - IFLA Coordinating Council of Audiovisual Archives Associations - CCAAA (

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